Dormir. Sonhei durante parte da noite, mas não lembro exatamente o quê. Me lembro do ultimo sonho que tivera antes de acordar. Era o dia do resultado. Não o comum, que nós estamos acostumados a ouvir nas rádios, não.
Uma mulher viera até a minha casa que, na verdade, nada se parecia com a casa em que vivo. Ela procurava o meu nome entre algumas pastas, em pé, por detrás do sofá, numa cena apreensiva.
Não achou, chegou perto, mas não era o meu nome e sobrenome. Ela dissera que provavelmente a pasta que procurava estava la fora e, portanto, fora procurar. Quando voltara, para o meu ódio matinal, o telefone tocou. Acordei.
Beijos e boa sorte a todos nesse vestibular. R
domingo, 26 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
Saudades
domingo, 5 de dezembro de 2010
Ultimo e Clarice L.
"Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar a desorientação."
Trecho de A Paixão Segundo G.H., de Clarice Lispector
Simples versos. Perfeitos para começar Dezembro. Ultimo mês do ano, ultimo mês de estudos desesperados, ultimo mês com amigos colados. Ultimo mês de nostalgia, de filmes que fazem lembrar as boas amizades e musicas que trazem à memoria a sempre tão esperada Festa Junina. Tudo bem, as coisas sempre se renovam, é a lei do universo. Melhor do que ser sempre a mesma coisa, ter sempre a mesma cara e usar sempre o mesmo sapato. E nessa vida, como diaria Vinicius (eu acho), o que importa é que os ultimos serão sempre os primeiros (ou não, rs).
Beijos, R.
Trecho de A Paixão Segundo G.H., de Clarice Lispector
Simples versos. Perfeitos para começar Dezembro. Ultimo mês do ano, ultimo mês de estudos desesperados, ultimo mês com amigos colados. Ultimo mês de nostalgia, de filmes que fazem lembrar as boas amizades e musicas que trazem à memoria a sempre tão esperada Festa Junina. Tudo bem, as coisas sempre se renovam, é a lei do universo. Melhor do que ser sempre a mesma coisa, ter sempre a mesma cara e usar sempre o mesmo sapato. E nessa vida, como diaria Vinicius (eu acho), o que importa é que os ultimos serão sempre os primeiros (ou não, rs).
Beijos, R.
domingo, 31 de outubro de 2010
Doce Novembro ou Doce V. Escorpião?
O melhor mês do ano. Liberdade. ENEM. Vínicios de Moraes:
Mulher de escorpião
Comigo não!
É Abelha Mestra
É Viuva Negra
Só vai de vedete
Nunca de extra
Cria o chamado conflito
de personalidade
É mãe tirana
É mulher tirana
Irmã tirana
É filha tirana
Neta tirana
tirana, tirana
Agora, de cama diz
Que é boa paca.
Beijos e feliz aniversário a todos de escorpião.
Ps: o nome desse poema é Escorpião
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Que droga (,) legal (?)
Hoje, no Brasil, o uso da maconha não é legalizado por lei, e disso eu acredito que todo mundo - em sua deliberada consciência- sabe. Paralelamente existe o tráfico. E junto dele o poder paralelo. E esse post poderia acabar aqui, porque já me dei por satisfeita.
Mas eu não tenho uma cabeça tão miúda assim. Não uso maconha. Nunca vi ninguém usando. Nunca a maconha me afetou diretamente. Mas sou total e completamente contra sua legalização.
Eu sei que as drogas, muitas das vezes, serve para se alcançar o subconsciente, a fim de levar o seu usuário a criar obras, músicas e afins de uma maneira absurdamente fascinante. Não significando, que essa pessoa usará uma plantação inteira para pintar um quadro todo rabiscado, que à primeira impressão, parece mais com tinta que caiu sem querer.
A maconha engana o cérebro. Trás uma felicidade momentânea, ao passo que te faz agir de maneira inconsciente. Mas a inconsciência que gera criatividade e lindas poesias, também gera mortes, mortes e mais mortes. Porque enquanto, em "transi" uma pessoa drogada pode matar a outra. Estuprar a outra. São tantas coisas. Orvedose é o fim.
Nesse tempo quem ganha são os traficantes. Mais rico que um advogado que defende pessoas, um médico que salva vidas, ou um jornalista que na sua pura inoscência, relata fatos. Rico e matando. A legalização da maconha a tornará banal. Qual "filhinho de papai" vai se interessar por algo banal? Talvez o problema nem esteja nas crianças que vivem nas ruas e usam a erva para enganar a fome, a tristeza de não ter uma cama gostosa e uma família para amá-las.
O problema reside nesses riquinhos medíocres que se drogam para mostrar que podem alguma coisa. Não tem inteligência suficiente, não tem beleza suficiente, não têm amigos suficientes, não tem sexo suficiente: se drogam. É, a nata também usa maconha para suprir alguma falta. Um tipo de falta fútil, mas que não deixa de ser falta.
A legalização da maconha não resolverá nada - caso seja esse o intuito. O crack vai ser a moda da vez. Daqui a 4 anos o slogan do candidato a presidencia será: "A favor da legalização do crack"? Isso chega a ser patético. É jogar a sujeira para de baixo do tapete. Ainda bem que aqui em casa nem tem muitos tapetes.
Beijos meus amores.
Mas eu não tenho uma cabeça tão miúda assim. Não uso maconha. Nunca vi ninguém usando. Nunca a maconha me afetou diretamente. Mas sou total e completamente contra sua legalização.
Eu sei que as drogas, muitas das vezes, serve para se alcançar o subconsciente, a fim de levar o seu usuário a criar obras, músicas e afins de uma maneira absurdamente fascinante. Não significando, que essa pessoa usará uma plantação inteira para pintar um quadro todo rabiscado, que à primeira impressão, parece mais com tinta que caiu sem querer.
A maconha engana o cérebro. Trás uma felicidade momentânea, ao passo que te faz agir de maneira inconsciente. Mas a inconsciência que gera criatividade e lindas poesias, também gera mortes, mortes e mais mortes. Porque enquanto, em "transi" uma pessoa drogada pode matar a outra. Estuprar a outra. São tantas coisas. Orvedose é o fim.
Nesse tempo quem ganha são os traficantes. Mais rico que um advogado que defende pessoas, um médico que salva vidas, ou um jornalista que na sua pura inoscência, relata fatos. Rico e matando. A legalização da maconha a tornará banal. Qual "filhinho de papai" vai se interessar por algo banal? Talvez o problema nem esteja nas crianças que vivem nas ruas e usam a erva para enganar a fome, a tristeza de não ter uma cama gostosa e uma família para amá-las.
O problema reside nesses riquinhos medíocres que se drogam para mostrar que podem alguma coisa. Não tem inteligência suficiente, não tem beleza suficiente, não têm amigos suficientes, não tem sexo suficiente: se drogam. É, a nata também usa maconha para suprir alguma falta. Um tipo de falta fútil, mas que não deixa de ser falta.
A legalização da maconha não resolverá nada - caso seja esse o intuito. O crack vai ser a moda da vez. Daqui a 4 anos o slogan do candidato a presidencia será: "A favor da legalização do crack"? Isso chega a ser patético. É jogar a sujeira para de baixo do tapete. Ainda bem que aqui em casa nem tem muitos tapetes.
Beijos meus amores.
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