Não acredito que faltam menos de três meses para estreiar o filme. Dessa vez eu vou na estreia, nem que seja sozinha. E, sim, eu sou muito viciada nisso. Quem se importa se é modinha, né?! Edward lindo, perfeito, gostoso.
Raisa Araújo
terça-feira, 11 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Pais
(Papai já estava com umas na cabeça, relevem.)
Mesmo o senhor sendo o mais chato de todos os pais e tendo o "não" como única palavra no seu vocabulário pra todas as coisas que eu lhe peço, eu sei que o senhor se esforça pra entender as histórias mais piradas que eu lhe conto. Te amo seu velho. Feliz dia dos pais! ♥
Raisa Araújo
sábado, 8 de agosto de 2009
A timidez e as oportunidades.
A primeira vez a gente nunca esquece, só não quando se trata de escola, fora isso a gente nunca esquece. Mas dessa vez foi diferente. Ontem recomeçaram as aulas no inglês, e claro que a minha animação era nula. E como se a minha presença na sala já não bastasse, o ar condicionado não tava prestando, e o meu professor, não é de fato o mais agradável do mundo.
Então mudamos de sala, e em vez de ficarmos um de frente pro outro como o de costume, tipo alcoólicos anônimos, ficamos como se estivéssemos numa sala de aula normal. E papo vai e papo vem, o professor simpaticão (argh) pediu que nos apresentássemos, pois ele gostava de saber de tudo sobre seus alunos, (como assim?, eu me perguntei). E eu que tenho a maior vergonha de falar em público quando não conheço ninguém, comecei a suar, (psicologicamente, claro). Sorte que meu nome é um dos últimos da lista e deu tempo de eu me concentrar em não falar bobagem.
Mas em um determinado momento toda essa minha concentração foi às favas, porque foi a vez da minha vizinha de 50 anos falar. E me emocionei, juro. Toda a vergonha que eu sinto foi embora naquele momento. Como deve ter ficado claro, ela é a mais velha da sala, mas até que o professor. E o professor diz:
— Maria de Nazaré, é você? — ele aponta pra ela e ela confirma — pode começar a falar de você.
— Bem, eu tenho 50 anos, sou comerciante, sou casada, tenho três filhos, duas meninas gêmeas de 20 anos e um menino prestes a fazer 12 anos. As minhas duas filhas já são diplomadas no inglês e o meu filho está começando agora, e em vez de perder tempo o esperando sair das aulas resolvi me matricular também. Tenho um sonho de transformar a área de turismo aqui de Belém porque eu sinto que esse setor é muito fraco, por isso preciso do inglês. A verdade é que eu amo línguas e estudá-las é muito legal. — disse ela.
Nunca ouvi um depoimento de apresentação tão profundo. Claro que ela não falou com essas palavras, e nem usou os pontos e as vírgulas que eu usei pra se expressar. Mas eu adorei o que ela disse, e me senti encorajada pra seguir em frente, mesmo sendo a única menina de 16 anos lá. E claro que depois disso não me lembrava nem do meu nome. Não sabia mais o que falar e devo ter falado um monte de besteira. Fazer o que, né?!
Raisa Araújo
Então mudamos de sala, e em vez de ficarmos um de frente pro outro como o de costume, tipo alcoólicos anônimos, ficamos como se estivéssemos numa sala de aula normal. E papo vai e papo vem, o professor simpaticão (argh) pediu que nos apresentássemos, pois ele gostava de saber de tudo sobre seus alunos, (como assim?, eu me perguntei). E eu que tenho a maior vergonha de falar em público quando não conheço ninguém, comecei a suar, (psicologicamente, claro). Sorte que meu nome é um dos últimos da lista e deu tempo de eu me concentrar em não falar bobagem.
Mas em um determinado momento toda essa minha concentração foi às favas, porque foi a vez da minha vizinha de 50 anos falar. E me emocionei, juro. Toda a vergonha que eu sinto foi embora naquele momento. Como deve ter ficado claro, ela é a mais velha da sala, mas até que o professor. E o professor diz:
— Maria de Nazaré, é você? — ele aponta pra ela e ela confirma — pode começar a falar de você.
— Bem, eu tenho 50 anos, sou comerciante, sou casada, tenho três filhos, duas meninas gêmeas de 20 anos e um menino prestes a fazer 12 anos. As minhas duas filhas já são diplomadas no inglês e o meu filho está começando agora, e em vez de perder tempo o esperando sair das aulas resolvi me matricular também. Tenho um sonho de transformar a área de turismo aqui de Belém porque eu sinto que esse setor é muito fraco, por isso preciso do inglês. A verdade é que eu amo línguas e estudá-las é muito legal. — disse ela.
Nunca ouvi um depoimento de apresentação tão profundo. Claro que ela não falou com essas palavras, e nem usou os pontos e as vírgulas que eu usei pra se expressar. Mas eu adorei o que ela disse, e me senti encorajada pra seguir em frente, mesmo sendo a única menina de 16 anos lá. E claro que depois disso não me lembrava nem do meu nome. Não sabia mais o que falar e devo ter falado um monte de besteira. Fazer o que, né?!
Raisa Araújo
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Vc pertence a mim.
You Belong With Me - Taylor Swift
Liiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiindo, perfeito, maravilhoso, deemais esse clipe. É típico dos filmes norte-americanos, eu sei, e é aquela coisa que a gente já tá cansada de ver, eu sei também. Mas é o que toda menina sonha em viver, por isso é liiiindo. E a Taylor é linda. E o menininho é LINDO, o sorriso dele é lindo e você se sente linda vendo esse clipe. Na hora em que ela dança na frente do espelho e ele ver e acha graça é tão fofo. E na hora que ele leva um fora daquela baranga? Bem feito pra ele, hahaha. Mas de todas as partes, claro que o final é o mais perfeito, né?! É tudo lindo. Amei.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Sem sentido (talvez)
Meio "bolada" (como diziam os cariocas que estavam aqui) eu recorri ao celebre blog do Antonio Prata, e as suas maravilhosas cronicas caíram como luvas. No auge da distração li a frase: "mas como dizem que em Roma devemos fazer como os romanos"; de fato achei a melhor frase pra começar esse post. Bem, do meu ponto de vista acho que essa frase é totalmete o oposto do que eu penso. É claro que eu não vou sair pelas ruas da cidade mais fria do país só de bermuda, camiseta e havaianas, só porque lá em Belém eu ando assim, mas também não vou mudar meu estilo porque aqui as pessoas são completamente grossas e fechadas umas com as outras. E, sim, isso foi uma metáfora. Poucas pessoas que lerem esse post entenderão o que eu quero dizer. Mas a verdade é que quando você deixa de ser quem é pra agradar pessoas que nem agradáveis com você são, você está se desvalorizando, por mais clichê que seja falar disso. Resumindo: eu sou assim, esse é meu jeito e eu não saberia ser outra pessoa. Não sei ser super simpática e super alegre com pessoas que eu não conheço, e que parecem não falar a mesma língua que eu, preciso de um tempo pra me adaptar, como tudo e (eu diria) todos nessa vida.
Raisa Araújo
Raisa Araújo
Assinar:
Postagens (Atom)
