quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Diz tudo.


Nicest Thing - Coisa Mais Adorável
Kate Nash

Tudo que eu sei é que você é tão adorável
Você é a coisa mais adorável que já vi
Eu queria que nós levássemos isso adiante
Ver se podemos ser algo.

Eu queria que eu fosse a sua garota favorita
Eu queria que você pensasse
Que eu sou a sua razão de estar no mundo
Eu queria que eu fosse o seu sorriso favorito
Eu queria que a maneira como eu me visto
Fosse o seu estilo favorito
Eu queria que você não conseguisse me entender
Mas você sempre quis saber o que eu planejava
Eu queria que você segurasse a minha mão
Quando eu estivesse chateada
Eu queria que você nunca esquecesse
O meu olhar quando nos vimos pela primeira vez
Eu queria que você tivesse uma marquinha na pele
De que você gostasse secretamente
Porque estaria num lugar escondido onde ninguém poderia ver
Basicamente, eu queria que você me amasse
Eu queria que você precisasse de mim
Eu queria que você entendesse que quando eu pedisse
Dois torrões de açúcar, na verdade eu queria três

Eu queria que sem mim o seu coração se partisse
Eu queria que sem mim você passasse toda suas noites
acordado
Eu queria que sem mim você não pudesse comer
Eu queria ser a última coisa em que você pensasse
antes de dormir
Tudo que eu sei é que você é a coisa mais adorável que eu já vi
Eu queria que nós pudéssemos ser algo.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

PARAÉÉÉNS BELÉM!



Não é todo dia que se faz 393 anos. E hoje, dia 12 de Janeiro de 2009, nada melhor do que parabenizar Santa Maria de Belém do Grão Pará (mais conhecida como Belém do Pará), a cidade das mangueiras que alguns mal-informados acham que a globalização ainda não bateu na porta. Com muitos pontos turísticos, chega a ser apaixonante pra quem vive, já não sei pra quem visita. Possui 1,424 milhão de habitantes (IBEG/2008), e um mercado de peixe, que por algum motivo que eu desconheço, tornou-se bem popular. O açaí faz parte da sobremesa de muitos paraenses, não há quem resista. Eu (particularmente) tomo com muito, mas muito açúcar e com farinha de tapioca, mas deixemos a água-na-boca de lado. Belém tem um ritmo musical inigualável, bem brega (rs) diga-se de passagem. Caixas de som de quase 5 metros de altura é uma das principais características desse ritmo, e não há quem não conheça o famoso som da banda Calypso. Além disso, ainda tem o famosissímo Círio de Nazaré, arrastado (e bem arrastado, acredite) pela força da fé de cada um que participa. É lindo! Mas falado de hoje, não sei se muita gente se importa, mas sei que tem gente que vai comemorar. Como? Cerveja, claro. Não que eu seja a favor disso, mas muita gente é. Acredito, também, que alguns visitarão pontos turísticos, e talvez tenha algum show de comemoração em alguma parte do centro da cidade (sou desenformada, fato). Todavia, minha paixão pela cidade não diminui por eu ser menor de idade e não poder dirigir até o centro. Então, os meus mais sinceros votos de paz e muitos anos de vida (rs) para essa nossa cidade maravilhosa.
Raisa Araújo


(Alguns dados foram retirados do site wikipédia)

domingo, 11 de janeiro de 2009

Lua nova, com uma pitada de cinismo.


Com certeza o romance de Bella e Edward é a coisa que tem mais me inspirado e tomado boa parte do meu tempo ultimamente, considerando que os fatos recentes não tenham sido muito agradáveis. Embora eu devesse me afastar de pensamentos que me levem a tal. Lendo esses livros fantásticos de Meyer, não consigo. A partir daí, noto que as coisas acontecem tão rápido que chegam a parecer até que nunca aconteceram ou que foram apenas fruto de nossa imaginação. As vezes a minha chega a ser um tanto quanto inimiga. Ah, eu poderia chegar e reclamar de tudo o que aconteceu, mas que sentido isso teria se no fundo eu gostei? Se no fundo tudo valeu a pena? Talvez só não valeu mais porque uma linda amizade fora perdida ou está prestes a ser... Poderei eu, dar tempo ao tão conhecido tempo? Mas e se tudo for por água a baixo? Será que deverei deixar pra lá, ou simplesmente não ligar pro orgulho? Talvez eu deva pensar que nem Antonio Prata? Sabe la Deus o que tenho que fazer. Então lá vai o meu trecho favorito de Lua Nova, pag 408. Parte dele tem muito haver com o que sinto e consequentemente com esse post:
"[...] Fiz uma careta.
- Não brinque, por favor.
- Ah, não estou brincando. - insistiu ele, agora radiante. -Poderia, por favor, procurar ouvir o que estou lhe dizendo? Vai me deixar tentar explicar o que você siguinifica pra mim?
Ele esperou, examinando meu rosto enquanto falava, para ter certeza de que eu realmente ouvia.
- Antes de você, Bella, minha vida era uma noite sem lua. Muito escura, mas havia estrelas... Pontos de luz e razão... E depois você atravessou meu céu como um meteoro. Derrepente tudo estava em chamas; havia brilho, havia beleza. Quando você se foi, quando o meteoro caiu no horizonte, tudo ficou negro. Nada mudou, mas meus olhos ficaram cegos pela luz. Não pude mais ver as estrelas. E não havia mais razão para nada.
Eu queria acreditar nele. Mas era a minha vida sem ele que Edward descrevia, não o contrário.
- Seus olhos vão se acostumar- murmurei
- É esse o problema... eles não conseguem.
- E suas distrações?
Ele riu sem nenhum vestígio de humor.
- Só fazem parte da mentira, meu amor. Não existem distrações para a agonia. Meu coração não batia havia quase noventa anos, mas isso era diferente. Era como se meu coração não tivesse ali... Como se eu tivesse oco. Como se eu tivesse deixado com você tudo o que tem aqui dentro.[...]"
Raisa Araújo

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Todas as cores!


Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-las a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo, nem culpa de sentir prazer. Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida, a nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.Preocupe-se mais com a sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.

Autor não identificado, encontrado no perfil do orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=3810607574458386148

Primeiro post do ano e com ele os meus votos de felicidade a todos os poucos leitores do meu humilde blog. Beijos e feliz ano novo!
Raisa Araújo.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Pela milésima vez.



Poucas coisas na vida são mais importantes do que aprender a perder. Perder um amor, um emprego, ir mal na prova, tomar um gol por baixo das pernas, dar com os burros n’água, com a cara no chão, ver a vaca ir pro brejo e como diz o samba, levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Não o sofrimento não tem nenhum valor em si. Bom mesmo é amar e ser amado, tirar nota 10 na prova e na vida, ganhar 1 milhão por mês, ser campeão mundial de futebol, peteca ou beijo na boca e, na volta, desfilar em cima do carro de bombeiros sob os aplausos da nação. Mas infelizmente não é assim que as coisas funcionam [...] E sabe o que? Sou mais um fracasso pleno do que sucessos vagos; os êxitos inúteis que vemos em jornais, revistas ou livros de recordes [...] Quando tinha 6 anos, participei de um campeonato de futebol na minha escola. Como, já naquela época, minha presença bastava para desequilibrar o jogo, o meu time ficou entre os últimos. No fim recebemos uma medalhinha em que estava escrito ‘o importante é competir’. Lembro-me de que achei a frase estúpida. Se o importante não era ganhar, qual a razão do campeonato? A frase é um clichê e, como todo clichê começou a fazer sentido quando fui ficando mais velho. A vida é muito curta para deixarmos de lutar pelo o que a gente gosta em troca de meia dúzia de aplausos. O grande pecado é não nos atirarmos, com todas as forças na direção que escolhemos. Pros diabos se as coisas vão dar certo ou não. Mais vale um pássaro na mão, é verdade, mas se tivermos dado o melhor de nós mesmos sem conseguir captura-lo, o jeito é sentar numa sombra e ter a grandeza de aceitar, como parte da vida, os dois voando. [...]

Coluna do António Prata, capricho ed. Nº1032
P.S.: A minha ronica favorita. Já postei-a outra vez, mas esta cronica é o tipo de coisa que a gente pode ver, ler, ouvir ou sentir, e nunca vai enjoar.